Editora: Grupo Editorial Record
Páginas: 400
Publicação: 2015
Zoe está prestes a entrar em uma
competição culinária. Seu sonho de ter sua própria delicatéssen é como gasolina
para impulsionar sua força de vontade para vencer o programa. No entanto, ela
não esperava que iria se apaixonar por um dos jurados. Além de saber lidar com
esse sentimento avassalador, terá que aguentar uma adversária osso duro de doer
e astuta quando o quesito é sobressair e conquistar o que quer. Com um
relacionamento Zoe poderá colocar em risco seu sonho, mas será que vale a pena?
Logo quando vi a capa desse livro me
apaixonei. Uma arte tão delicada e que expressão realmente o que é o livro, ou
seja, já me ganhou pela capa. Depois o que me interessou a ler foi esse auge de
reality shows culinário. Outro motivo, mas esse é o que sempre prevalece é por
eu gostar desse gênero chick-lit. Juntando isso tudo, gerou uma expectativa
grande, mas infelizmente ela não foi totalmente alcançada.
Zoe é uma menina prestativa, gentil,
inteligente e realmente entende sobre cozinha. Porém, ela é muito omissa! Há
momentos que só alguém colocar ela no chinelo e o limpa-lo antes. Ela me
irritou em momentos que deveria tomar uma atitude, mas permitiu que agissem de
maneira má com ela.
A obra é narrada em terceira pessoa,
dando a oportunidade de explorar as cenas e personagens, mas o foco ficou
sempre na protagonista. O desenvolvimento da história foi bem variado, pois o
começo me prendeu, mas logo depois o ritmo ficou devagar. Os personagens foram
bem construídos, trazendo a realidade desse tipo de reality shows como o competidor
prepotente, a bonita, a planta, a esforçada, etc.
Os conflitos me prenderam bastante
por realmente trazer o que vemos nessas competições culinárias, por exemplo, um
competidor sabotando o outro. O romance criado pela autora foi bem fofo, mas
não tão desenvolvido.
Um chick-lit bem humorado e com uma
escrita detalhada para esse meio culinário, a autora conseguiu terminar a
história de modo satisfatório. Ingredientes que faltaram ou foi colocado de
maneira exagerada, não atrapalhou a leitura que foi agradável. O prato final –
o livro lido – foi bem apresentado, com bons ingredientes, mas que poderia ser
mais trabalhado no romance e no desenvolvimento em si da obra.





