Páginas: 552
Publicação: 2017
A Rainha Vermelha #1
A Coroa Crel #0.1/0.2
Espada de vidro #2
A Rainha Vermelha #1
A Coroa Crel #0.1/0.2
Espada de vidro #2
Em Espada de
Vidro acompanhamos Mare e toda sua equipe na procura de outros indivíduos
vermelhos com poderes, o que foi uma aventura intensa com muitos momentos
tensos. Com a reviravolta de Mare se entregar a Maven deixará a Guarda
Escarlate com vários planos para resgatar a garota elétrica. Mare tem como
objetivo principal para o rei de Norta em ser instrumento para atrair outros
vermelhos com poderes, com o intuito de construir um exército.
O que Maven
não esperava é que os inimigos podem estar muito perto do que imagina. Para
manter no poder será necessário muitas estratégias e decisões importantes para
o povo e o seu trono. Mare tem esperança de sair, mas com os acontecimentos
esse desejo desmorona dia a dia.
Os dois
livros da série foram recheados de surpresas e reviravoltas. Isso é sinônimo de
manter o leitor atento e curioso do começo ao fim. No entanto, em A prisão do
Rei esse sentimento de ansiedade não despertou em mim. Foi uma leitura difícil
de concluir.
Mare foi
capturada por Maven e acompanhamos o seu dia a dia e como seu futuro será
traçado. Ela é um mero objeto de mostrar aos outros que a Guarda Escarlate não
é capaz de tirar o seu poder. A garota elétrica não nenhum poder, por conta de
sua algema de pedra silenciosa. Aos olhos de Mare apenas acompanhamos as ações
do rei e dos outros ao seu redor.
A autora
dessa vez decidiu ampliar os pontos de vistas e deu voz narrativa para dois
personagens da história: Cameron, recém-membro da Guarda Escarlate e
Evangeline. Gostei de Cameron por ser uma figura que não está tão contente de
onde está, pois o seu único motivo de estar na Guarda é para resgatar seu irmão
em um lugar onde há milhares de crianças para enfrentar inimigos. Nesse ponto
de vista conseguimos ver os próximos passos do grupo. Já Evangeline, podemos
ter contato do seu ponto de vista mais para frente da trama, em um momento
propício.
Infelizmente
a leitura desse volume não me prender, pelos simples fato da autora inserir
diversas cenas desnecessárias. Situações que poderiam ser cortadas e tornado o
livro mais enxuto. Portanto, a trama, para mim, se tornou arrastada e
enfadonha. Poucos plots twists e quando ocorria era num grande espaço de tempo.
Para mim foi cansativo ficar acompanhando tantos eventos que poderiam ter sido
narrados de maneira objetiva.
Victoria
inseriu novos personagens à trama e deu a entender que serão importantes para
os próximos acontecimentos na história. Já adianto que o livro termina de uma
maneira que irá gerar grande curiosidade no leitor, para mim não chega ser um
grande cliffhanger.
Para os fãs
da série, como eu, aconselho a não ir com tanta sede ao pote. Conseguimos as
respostas do que no livro anterior deixou algumas pontas soltas, mas não criou
em mim aquele sentimento de querer devorar o livro até ele acabar, muito pelo
ao contrário, fiquei longos dias lendo. Fico triste quando isso acontece, mas
fazer o que, não é? É a vida.






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